sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Utilizando autocomplete no Maker - Parte 2

Bom pessoal, no meu ultimo post mostrei como utilizar a solução de autocomplete no Maker, porém utilizei uma lista estática, sendo assim resolvi criar esse novo post, mostrando como utilizar esse recurso obtendo os dados do autocomplete a partir do banco de dados.

Vamos lá! Os passos iniciais ainda devem ser seguidos. Devemos baixar as bibliotecas necessárias ( jQuery jQuery UI), coloca-las dentro do contexto da nossa aplicação e utilizar o fluxo no evento "Ao entrar" do formulário para incluir as bibliotecas.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Utilizando autocomplete no Maker

Bom pessoal, uma funcionalidade que muita gente utiliza hoje na web é a função de autocomplete que pode ser adicionada a uma caixa de texto comum. Neste exemplo estarei abordando mais uma vez a possibilidade de integração das aplicações Maker com bibliotecas externas. Hoje será a vez de integrar com o jQueryUI (conjunto de componentes construídos com base no jQuery) e meu exemplo está relacionado justamente a integração da funcionalidade de autocomplete com o MakerEdit (Componente caixa de texto utilizado no Maker).

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Exibindo imagens utilizando o lightbox2

Uma das coisas que considero importante nas aplicações desenvolvidas em Maker é a possibilidade de integração com outras bibliotecas, permitindo que o desenvolvedor possa utilizar recursos desenvolvidos em outras linguagens dentro de suas aplicações Maker. Existe no site da Softwell uma documentação sobre a integração de bibliotecas de terceiros em suas aplicações Maker, só da uma olhada nesse link: http://suporte.softwell.com.br/maker/manual2_6/pt/recursos_avancados/como_adicionar_componentes_bibliotecas_terceiros.htm

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Criando um fluxo para baixar um arquivo

Em algumas situações a função de download de arquivos disponibilizada pela API padrão do Maker não atende as nossas necessidades, uma das coisas que me incomoda muito é a mensagem exibida no momento do download e também a necessidade de manter o arquivo dentro do contexto para que o download possa acontecer.

O meu objetivo será mostrar o processo de criação de um fluxo que poderá efetuar o download de qualquer arquivo no servidor, podendo ele está ou não dentro do contexto da aplicação.

Utilizaremos para isso um fluxo do tipo web, que pode nos da um retorno a partir de sua requisição. Para que um fluxo possa ser definido como web é necessário clicar com o botão direito do mouse sobre ele e marcar a opção web. Lembro que para que um fluxo possa ser definido como web ele não deverá possui nenhum tipo de iteração, esse tipo de fluxo apenas irá receber os parâmetros necessários para sua execução  e retornar algo, sendo que o retorno não é algo obrigatório. Para este exemplo utilizarei um fluxo bem simples, como pode-se observar abaixo.


Podemos observar que o fluxo é muito simples. O segredo aqui está em acrescentar informações ao cabeçalho da requisição e isso é que vai indicar ao browser o comportamento que ele deverá tomar ao receber uma resposta para esta requisição, no caso desse exemplo utilizei a função "Resposta Web: Atribuir valor ao cabeçalho" nos dois últimos processamentos para incluir as seguintes informações:

1.  Content-Type: application/zip
2. Content-Disposition : attachment; filename="Arquivo.zip"

Isso fará com que o browser inicie o donwload ao receber a resposta da requisição.

A url para download do arquivo fica da seguinte maneira:

<Endereço do seu servidor>/<Nome do contexto da sua aplicação>/<Nome do seu fluxo web>.rule?sys=<Sigla do seu sistema>&caminho=<Caminho do arquivo no servidor>

Ex.: localhost:8080/webrun/BaixarArquivo.rule?sys=EXE?caminho=c:\teste.txt

Muito simples isso não é? O fluxo desse exemplo encontra-se em anexo neste post.

Até o próximo post.


domingo, 13 de fevereiro de 2011

Bem vindo

Seja vem vindo ao Maker-Geek, meu objetivo aqui será mostrar o poder da ferramenta de desenvolvimento rápido desenvolvida pela Softwell, vou falar do Maker. Vamos ao decorrer de varios posts desmistificar essa poderosa ferramenta e provar que as aplicações desenvolvidas no Maker não são engessadas como muitos desenvolvedores podem acabar pensando. Veremos que é possível realizar tarefas que muita gente pensa que não é possível, como customizações na interface, na funcionalidade de  componentes e muito mais. É recomendado para aqueles que tem interesse entender mais como funciona e desejam meter a mão na massa, que tenham ou busquem um certo conhecimento a cerca de JavaScript, HTML e Java. Lembro que as funcionalidades que já existem na ferramenta cobrem perfeitamente as necessidades de qualquer sistema que seja desenvolvido sobre esse plataforma. Os conteúdos postados visam ampliar os horizontes para disseminação de uma forma de desenvolvimento agíl, que possa atender as necessidades mais especificas, assim como nós desenvolvedores faríamos, seja lá qual for a ferramenta. Lembro que a Softwell oferece suporte apenas a ferramenta, qualquer tipo de customização  feita é de inteira responsabilidade do desenvolvedor, algo que é compreensível pois é necessário manter a qualidade do produto e do suporte que é oferecido a ferramenta. Vocês verão o Maker como nunca viram.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Introdução a Javascript

Introdução

Antes de iniciarmos a desbravar outros recursos do Maker vamos conhecer um pouco do que vem a ser a linguagem JavaScript.


A linguagem de script, Javascript foi desenvolvida originalmente por Brendan Eich da Netscape, inicialmente chamada de Mocha, depois LiveScript e finalmente foi renomeada para seu nome atual, JavaScript. Em Novembro de 1995 a Sun Microsystems e a Netscape anunciaram o lançamento do primeiro release dessa linguagem e em 1996 a versão 2.0 do Netscape Navigator já dava suporte a essa linguagem. Visto o grande sucesso da linguagem Javascript a Microsoft logo lançou um linguagem de script compatível com o padrão ECMA, chamada JScript.

Devido a sua grande popularidade a linguagem Javascript é utilizada por milhares de páginas web, permitindo a utilização de interfaces mais ricas e páginas mais dinâmicas. A popularização da linguagem Javascript se deve principalmente ao advento do AJAX, quando começou a ganhar maior atenção dos profissionais da área. O resultado disso é o surgimento de muitos frameworks e bibliotecas, melhora das praticas de programação, etc. A sintaxe utilizada pelo Javascript é influenciada pela linguagem C, também copia alguns nomes e convenções da linguagem Java, porém não devemos confundir ambas as linguagens pois são completamente diferentes entre si, principalmente em relação a semântica utilizada.

JavaScript x Java

JavaScript
Java
Executada apenas no browser de forma interpretada. Não pode ser executada independentemente de uma página HTML.
Executada sobre a plataforma J2EE pode ser executada como aplicação standalone.
Não é tipada. Quem define o tipo de dado é o valor atribuído a variável.
Os tipos de dados das variáveis devem sempre ser definidos.

Algumas características

Tipo de dados dinâmico – O tipo das variáveis é definida pelo valor que as mesmas recebem
Baseado em objetos – A linguagem Javascript é quase que completamente baseada em objetos.
Avaliação em tempo de execução – Javascript possui a função “Eval”, que permite executar códigos provenientes de Strings em tempo de execução.


Fonte:
JavaScript:  http://en.wikipedia.org/wiki/JavaScript
ECMAScript: http://en.wikipedia.org/wiki/ECMAScript